quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Remédios e Médicos

Oi

(diazinho prolífico, este, rapaz!!!)

Quando nós viemos eu fiquei com muito medo de como seriam as coisas em termos de medicações, porque minha experiência européia era complicada... tudo era difícil, sempre pediam receitas e etc. Por conta disso trouxemos uma farmácia quando viemos. Desnecessário! Aqui algumas dicas:

1) aqui não tem novalgina ou produtos à base de dipirona. Se usa constantemente isso e é a única coisa que quebra o seu galho, melhor trazer do Brasil ou pedir aos amigos que venham visitar para trazer;

2) os remédios aqui são MUUUUUUUUITO mais baratos do que no Brasil. Mais baratos até do que os feitos em farmácias de manipulação por lá. E se tiver o saco de ir ao posto de saúde e pegar uma receita, bem, aí a imensa maioria sai de graça ou então por uns 10 a 20% do preço - já bem mais barato - de balcão.

3) é facil de comprar? Com uma boa conversa, sim. Desde remédios comuns até antibióticos. Agora, esqueça os tarja pretas! Só com receita mesmo. E é um saco para consegui-las...

4) as farmácias aqui funcionam em horário comercial e fecham nos fins-de-semana. Ficam algumas de plantão. Exceto no Fórum e no Coimbra Shopping, onde há farmácias abertas todos os dias até bem tarde.

E quanto aos médicos?

Quem contribui para o INSS no Brasil tem direito à saúde pública em Portugal também. Há um tratado internacional para isso. Tem que investigar sobre um documento chamado PB-4. Acho que pega na secretaria de saúde municipal ou no INSS, mas tem que ver direito. Como nem eu e nem a Docinho temos isso, nunca me preocupei. De posse deste documento, será ir aqui em algum posto de saúde perto de casa e se inscrever. (o link da embaixada portuguesa no Brasil pode ajudar:

http://www.embaixadadeportugal.org.br/comunidade/segsocial.php

E quem não tem, aliás, como nós?
Teoricamente, fica na mão. Mas a realidade é outra. Nós simplesmente fomos ao posto de saúde mais perto de casa e nos inscreveram normalmente para ter atendimento médico. Simples assim.

E é grátis? Não. Pessoas com doenças crônicas (hipertensão, diabetes...) têm as consultas para estas doenças gratuitas, assim como grávidas e crianças até os 12 anos (acho). O restante da humanidade paga as chamadas "taxas moderadoras", isto é, um valor que consta numa tabela do governo com preços desde consultas até exames. Não é muito mas também não é grátis. Nos hospitais também se paga isso, portanto, também não é grátis. Não sei como fazem em casos graves (acidentes de carro e etc), por isso não posso dar pitacos.

E planos de saúde? Numa boa, não vale muito a pena. Vi vários aqui e as exclusões são tantas, as limitações são tantas e os prazos de carência tão alargados que não achei grandes coisas. E o que ñao tem estas limitações é os olhos da cara. Porém, há na PROTESTE e em outras empresas uns cartões baratinhos em que a pessoa paga uma mixaria por mês e tem atendimento domiciliar por preços mais módicos, assim como uns descontos em alguns médicos, hospitais e etc. Pode valer a pena para quem não é da área...

Abs

Coração

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